Casa – Comprar ou Arrendar?

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Sou uma sortuda por ter encontrado uma casa para viver. Uma casa para a vida, espero. Afirmei, há mais de três anos atrás, que falaria melhor da experiência da procura de casa. Partilhei convosco este aparte supersticioso relacionado com a compra de habitação, mas nunca me debrucei sobre o assunto com a merecida atenção.

Hoje em dia, considero que tivemos uma sorte descomunal e começo a acreditar que não existem acasos. Conseguimos conquistar algo em 2016 que, à presente data, talvez tivesse corrido de forma bastante diferente. Parece que é cada vez mais complicado descobrir um tecto, especialmente se o procuramos numa grande cidade. Quando somos principiantes nestas andanças, ainda mais complicado parece, mas talvez a minha experiência ajude ou dê esperança. Então, cá vai disto!

Critérios de escolha da habitação

Não é segredo que tenho casa própria e que moro nos arredores de Lisboa. O local foi um factor muito importante na nossa tomada de decisão: com uma bebé a caminho e por questões de trabalho e apoio familiar, sabíamos que não queríamos viver longe de onde já estávamos com os nossos pais. Sendo bons conhecedores da zona, procurámos, também, na medida do possível, escolher uma casa num bairro mais calmo e tradicional – era aquilo a que já estávamos habituados e gostávamos. Em equipa que ganha, não se mexe!

A tipologia do imóvel não seria um critério prioritário, mas sabíamos que seria improvável conseguir uma vivenda ou um apartamento grande pelos valores que já eram pedidos, tanto em arrendamento como para compra. A única coisa que sabíamos era que, no mínimo, teria de ser um T2.

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Só após este esboço é que começámos a fazer contas e a definir valores máximos. Rapidamente, percebemos que arrendar estaria fora de questão: as casas mais acessíveis que vimos, com rendas fora do nosso alcance, eram terríveis e não se situavam em zonas do nosso agrado – entre a má vizinhança e a distância a transportes, serviços e comércio, nada nos convencia. Para além disto, havia um processo quase tão burocrático como para pedir um empréstimo a um banco.

Detalhes do processo de compra

Na época, acabámos por desenvolver a nossa procura junto de uma imobiliária tradicional. Foi assim que encontrámos o nosso T3 fofinho, onde nos vemos perfeitamente a passar a nossa vida inteira.

Hoje em dia, talvez tivesse sido interessante recorrer a um serviço como o da Housefy, que tem uma taxa fixa de 3990€ – talvez tivesse dado para negociar melhor e a agência trataria de tudo na mesma. Andámos com o coração nas mãos até ao dia da escritura, e tendo em conta a experiência, estas são algumas das dicas que posso dar:

  • Vasculhem a Internet e as zonas onde procuram casa. Contactem com imobiliárias e proprietários, façam visitas, levem alguém que perceba de obras e do estado geral das casas;
  • Examinem o imóvel, percebam em que estado está e que obras terão/podem ter de fazer;
  • Vejam os certificados e documentação da casa e condomínio, se for caso disso, para saber se está tudo em dia;
  • Nalguns casos, poderá ser produtivo discutir o valor final da compra com o vendedor;
  • Se possível, façam um bom pé de meia. Quanto menos tiverem de pedir ao banco, melhor;
  • Contem, também, com alguns milhares de € para avaliações e impostos, que transcendem o valor de compra de um imóvel;
  • No blog da Housefy poderão encontrar vários artigos super detalhados e úteis relacionados com a compra, venda e manutenção de imóveis.

No geral, fiquei satisfeita com o processo pelo qual passámos. Comprámos um apartamento com 50 anos que necessita de algumas intervenções, mas que está perfeitamente habitável e… É nosso! Tem espaço de sobra para o que precisamos, pelo que não será necessário procurar outra casa se a família aumentar. E sabe muito bem, aos poucos, ir deixando tudo ao nosso gosto.

Post feito em parceria com a Housefy


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